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Saiba tudo sobre a 29ª edição do Festival MixBrasil, que começa nesta quarta-feira (10)

O CineBuzz e a revista Máxima entrevistaram o criador do evento cultural, André Fischer

Thamyris Couto| @thamy_couto Publicado em 10/11/2021, às 17h00

Saiba tudo sobre a 29ª edição do Festival Mix Brasil - Divulgação
Saiba tudo sobre a 29ª edição do Festival Mix Brasil - Divulgação

Com início nesta quarta, 10 de novembro, o 29º Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade traz, mais uma vez, produções artísticas sobre o universo LGBTQIA+. Em entrevista ao CineBuzz e à revista Máxima, André Fischer, criador do evento, falou sobre a história e a atual edição do festival, que tem "Deserto Particular", longa pré-indicado para representar o Brasil no Oscar 2022, como um de seus destaques.

Além do grandioso filme citado anteriormente, o festival conta com uma lista extensa de outras produções que estão participando, e ela vai muito além dos longas convencionais, tendo grande presença de curta-metragem, música, literatura e teatro.

Em longa-metragem, temos os grandes: "A Primeira Morte de Joana", "Até o Fim", "Deus Tem AIDS", "Madalena", "Máquina do Desejo", "Vênus de Nyke", "Transversais", "Bori", "Ney à Flor da Pele" e muito mais. Já na categoria de curtas, alguns deles são: "O Nascimento de Helena", "Vagalumes", "Acesso", "Uma Carta Para O Meu Pai", "Hortelã", "Manaus Hot City", "Simples Assim" e "Charlotty".

Sempre pensando em tratar da diversidade e furar bolhas do conservadorismo, o Festival Mix Brasil traz em suas produções temas que falam sobre orientação sexual, doenças sexualmente transmissíveis (DST'S), como o HIV -retratado em um dos filmes- e procura retratar as pessoas que se encontram nesta posição com o objetivo de mostrar que todos somos iguais. Outro fator importante do festival, é poder dar espaço e oportunidades para os filmes independentes, para que assuntos tão importantes sejam tratados com mais naturalidade e sejam mais vistos pela população, tentando transmitir um entendimento maior sobre pautas que são pouco faladas ou desprezadas.

Com quase 30 anos desde sua criação, o festival nasceu como algo de produção cultural independente e LGBTQIA+, e começou com apenas curtas-metragens. Hoje, ele abrange para todos os outros modelos, trazendo filmes que já circularam por diversos festivais internacionais de cinema. 

Confira a primeira parte do papo com André Fischer a seguir. Para conferir a segunda parte da entrevista, é só ir lá no site da revista Máxima: