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Cinema / POLÊMICA

Atriz de "Doutor Estranho" é condenada à prisão por abuso infantil

Zara Phythian e seu marido, Victor Marke ,foram considerados culpados por abusar sexualmente de uma jovem de 13 anos

Thamyris Couto| @thamy_couto Publicado em 16/05/2022, às 12h50

Zara Phythian, de "Doutor Estranho", é condenada a 8 anos de prisão após acusações de abuso infantil - Divulgaçao/Getty Images: David M. Benett
Zara Phythian, de "Doutor Estranho", é condenada a 8 anos de prisão após acusações de abuso infantil - Divulgaçao/Getty Images: David M. Benett

Zara Phythian, dublê de artes marciais e atriz que apareceu em "Doutor Estranho" (2016), foi condenada a oito anos de prisão após ser considerada culpada em um caso de abuso sexual infantil. A notícia foi revelada nesta segunda-feira (16), pela People, responsável por informar que o marido da atriz, Victor Marke, também foi sentenciado e tido como culpado.

O caso foi julgado no Supremo Tribunal de Justiça da Inglaterra, declarando a culpa da dupla em um caso de anos atrás, mas trazido à tona recentemente, agora com a jovem de 13 anos - na época - já adulta. Enquanto Phythian garantiu uma pena menor, seu marido Marke foi condenado a 14 anos de prisão. "Como o juiz Mark Watson disse 'Marke foi uma força motriz por trás do abuso'", afirmou o veículo.

"Embora você tenha negado no interrogatório que estava apaixonada por Victor Marke, com base nas evidências que ouvi, não tenho dúvidas de que seu desvio foi moldado pela influência que ele teve sobre você desde tenra idade", disse Watson a Phythian, segundo informações da BBC News.

Phythian foi condenado por 14 acusações de atividade sexual com uma criança entre 2005 e 2008, começando quando a menina tinha 13 anos. Além das mesmas 14 acusações, Marke foi considerado culpado de mais quatro acusações de agressão indecente contra outra garota de 2002 a 2003, quando ela tinha 15 anos. Na época das acusações, ambos negaram qualquer ato com uma menor de idade, mas após o caso ser concluído, a justiça conseguiu provar o contratário, o oficial de investigaçãp não deixou de se prontificar sobre o caso.

"Quero agradecer às duas vítimas que demonstraram grande coragem em se apresentar e falar sobre sua provação", Parminder Dhillon após o veredicto. "Embora nenhuma punição proferida por um tribunal possa desfazer os danos ao longo da vida causados ​​a eles, espero que eles tenham algum grau de conforto ao saber que a justiça agora foi feita", completou. (via The Nottingham Post)

"Espero que este caso sirva como um lembrete para os outros - que tratamos todas as alegações de abuso sexual com a máxima seriedade e que, mesmo nos casos em que as ofensas ocorreram há muitos anos, investigaremos minuciosamente e faremos tudo para nosso poder de levar os perpetradores à justiça", declarou o oficial.


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