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Acusado de pedofilia, PC Siqueira pede doações a seguidores: "Contribuir na causa da minha existência"

Em junho deste ano, mensagens com conteúdo criminoso foram creditadas ao youtuber, que tem sido investigado

Redação Publicado em 23/12/2020, às 10h31

PC Siqueira pediu, em suas redes sociais, ajuda dos seguidores para se alimentar e pagar as contas - Reprodução/Instagram
PC Siqueira pediu, em suas redes sociais, ajuda dos seguidores para se alimentar e pagar as contas - Reprodução/Instagram

Investigado por pedofilia desde junho deste ano, após mensagens com conteúdo sexual envolvendo crianças serem vazadas em um perfil nas redes sociais, PC Siqueira pediu a ajuda de seus seguidores, através de doações, para se alimentar e pagar as contas.

Nos stories de seu Instagram, o youtuber publicou uma foto sua e escreveu: "Para quem puder contribuir na causa da minha existência. Estou pagando minhas refeições e contas exclusivamente com doação de quem gosta do meu trabalho. Lives diárias e vlogs semanais", escreveu, compartilhando os dados para que os seguidores pudessem contribuir.

Publicação de PC Siqueira pedindo dinheiro (Reprodução/Instagram)

 

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Na época em que foi acusado, PC Siqueira negou qualquer veracidade nas informações: . "O objetivo era com certeza me descredibilizar, fazer com que minha voz fosse calada e que a opinião pública me agredisse cegamente. Mas se trata de uma mentira escancarada e grotesca! Recebi uma série de mensagens, acusações, xingamentos, minha família foi atingida, meu psicológico enormemente abalado. Como vocês podem notar, ao ponto de eu não conseguir me pronunciar por video - o que devo fazer quando eu estiver reestruturado. Vocês não tem ideia de como foram minhas últimas 24 horas", declarou.

Ele se manteve afastado das redes sociais e apagou o seu canal no YouTube, "Mas Poxa Vida", retornando apenas meses depois, em outubro. A apuração das acusações está sendo conduzida pela 4ª Delegacia de Proteção à Pessoa, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Os policiais também investigam se o caso teria ocorrido em São Paulo, onde vive PC Siqueira, além de verificarem a veracidade das mensagens.

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Amigo do youtuber, Rafinha Bastos declarou, em uma entrevista ao canal Cortes do Flow, ter acreditado que Siqueira se mataria após as acusações, comentadas pelo comediante em seu próprio canal no YouTube, o que teria deixado o colega abalado:

"Ele postou: 'Se você quer escuridão... Eu faço a chama se apagar'. Pensei: 'Ah, o filho da puta vai se matar no dia que eu postei o vídeo. E mais, vai se matar e eu vou ser o cara que empurrou ele da janela'. Fui para a porta da casa do cara, chamei a polícia. Eu estava pensando primeiramente no cara e depois em mim, porque obviamente eu não queria ficar a vida toda pensando: 'Eu fui o empurrão'. Cheguei lá com 25 policiais."