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Jake Gyllenhaal comenta reação a "All Too Well", de Taylor Swift: "Não tem nada a ver comigo"

Ator comentou o tema pela primeira vez, desde o término do relacionamento, em 2011

ANGELO CORDEIRO | @ANGELOCINEFILO Publicado em 22/02/2022, às 13h46

Jake Gyllenhaal comenta reação a "All Too Well", de Taylor Swift: "Não tem nada a ver comigo" - Divulgação/Warner Bros./Netflix
Jake Gyllenhaal comenta reação a "All Too Well", de Taylor Swift: "Não tem nada a ver comigo" - Divulgação/Warner Bros./Netflix

O ator Jake Gyllenhaal ("Os Suspeitos") comentou pela primeira vez a reação dos fãs à versão de 10 minutos da música "All Too Well", de Taylor Swift, que a cantora relançou acompanhada de um curta-metragem.

Para muitos fãs, a música fala sobre o antigo relacionamento entre Taylor e Jake, que durou poucos meses entre 2010 e 2011. Assista ao curta:

Jake permaneceu em silêncio sobre a situação por anos, mas recentemente, em uma entrevista à revista Esquire, finalmente reagiu ao ódio dos fãs - que fez com que ele desativasse os comentários de seu Instagram.

Não tem nada a ver comigo. É sobre o relacionamento dela com seus fãs. É a expressão dela. Artistas aproveitam experiências pessoais para inspiração, e eu não estou bravo com ela”, disse Jake.

O ator também disse à revista que os últimos meses não foram difíceis para ele, embora tenha desativado seus comentários no Instagram. Ele também confirma que não ouviu o álbum "Red" de Swift, que traz a canção "All Too Well", sem se prolongar no assunto.

"Minha vida é maravilhosa", disse. "Eu tenho um relacionamento que é realmente maravilhoso e tenho uma família que amo muito. E todo esse período de tempo me fez perceber isso", afirmou.

O ator também falou abertamente sobre a onda de ódio que recebeu: “Em algum momento, acho importante que quando os apoiadores ficam indisciplinados sentirmos a responsabilidade de fazê-los ser civilizados e não permitir cyberbullying em nome de alguém”, comentou.

"Minha pergunta é: este é o nosso futuro?", questiona. "A raiva e a divisão são nosso futuro? Ou podemos ser empoderados e empoderar os outros ao mesmo tempo em que colocamos empatia e civilidade na conversa dominante?" concluiu Jake.