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Paulo Vieira revela ser "maltrado" em bancos: "Até descobrirem que trabalho na TV"

Ator relatou situações desagradáveis pelas quais passa recorrentemente

Redação Publicado em 05/01/2021, às 11h27

Paulo Vieira, dos programas "Fora de Hora", "Se Joga" e "Escolinha do Professor Raimundo", usou as suas redes sociais para fazer um relato sobre o preconceito que sofre sempre que vai a bancos - Reprodução/Instagram
Paulo Vieira, dos programas "Fora de Hora", "Se Joga" e "Escolinha do Professor Raimundo", usou as suas redes sociais para fazer um relato sobre o preconceito que sofre sempre que vai a bancos - Reprodução/Instagram

O ator Paulo Vieira, dos programas "Fora de Hora", "Se Joga" e "Escolinha do Professor Raimundo", usou as suas redes sociais para fazer um relato sobre o preconceito que sofre sempre que vai a bancos, algo que só acaba quando os funcionários descobrem que ele trabalha na TV.



Em seu perfil no Twitter, o ator começou dizendo: "Hoje é dia de ir no meu banco 'vip' ser maltratado até a hora que eles descobrem que eu trabalho na televisão", declarou, prometendo se aprofundar mais no assunto "algum dia", o que acabou fazendo logo depois. "Eu sempre venho de chinelo e fico pensando 'talvez eu tenha causado isso'. Mas logo me vem um 'fod*-se eles! [Eles] têm que tratar bem todo mundo nesse cara*!", continuou, dando início ao desabafo.

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"As fases são sempre as mesmas: primeiro vem um 'POIS NÃO?', que é quase um 'errou a porta, bem?”'. Depois uma tentativa de que eu faça minhas operações no banco de baixo, versão 'não vip' do mesmo banco. Depois, demora horas pra conferir todos os meus documentos", continou Paulo. "Sempre tem uma questão ENORME com a minha identidade. Ela é falsa, ela tá errada, ela é de papel machê... não sei. Aí eu fico lá, impávido com as minhas havaianas, esperando eles resolverem. Começa a chamação de gente: VEM O GERENTE DO GERENTE, AÍ VEM O FULANO, VEM O DONO...":

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"Aí eu tiro minha carteira reciclada, que tem mais de 10 anos (a quem prometi que só deixaria quando tivesse 1 milhão guardado), enquanto digo os milhares de reais que vou movimentar. RIBULIÇO. Eu sempre impávido", acrescentou o ator. "Nessa hora eu fico bem metido, falo bem baixo, pisco lento e olho através de todos, bem esnobe. Enquanto não respondo nenhuma pergunta, só espero resolver. O máximo que eu falo é “quer dizer que o banco X não tem esse dinheiro?” E espero".
 
"Aí vem uma mulher, com voz de falar com gente ignorante e diz 'O SENHOR TRABALHA POR AQUI?'. Eu: 'Não, trabalho no Rio'. 'Trabalha com quê?' E eu: “Com arte”. E VOU ALONGANDO ATÉ CHEGAR NA INFORMAÇÃO QUE MUDA TUDO...", ainda disse, chegando à conclusão da história: "Hoje, eu juro, acharam um protesto no meu nome. Eu disse: 'mas o que isso tem a ver?' E a moça: “É SÓ PRA TE AVISAR”. Ai, só rindo".