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CEO admite que Disney se iludiu com o crescimento inicial do Disney+

Bob Iger, CEO da empresa, revelou falhas da Disney ao se iludir com o crescimento da plataforma. Confira!

Paulo Marinho | @_senhormarinho - Publicado em 26/09/2023, às 18h00

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Bob Iger, CEO da empresa, revelou falhas da Disney ao se iludir com o crescimento da plataforma - Getty Images
Bob Iger, CEO da empresa, revelou falhas da Disney ao se iludir com o crescimento da plataforma - Getty Images

A plataforma de streaming Disney+ vem enfrentando um declínio considerável no número de assinantes do Disney+. Agora, o CEO da empresa, Bob Iger, admitiu a ilusão por parte da companhia com o sucesso inicial do serviço lançado em novembro de 2019.

Sucesso absoluto e uma grande novidade na época de seu lançamento, foi apenas três anos depois que o Disney+ presenciou uma redução no número de assinantes, indo em uma direção completamente oposta das que os executivos esperavam. Durante uma entrevista ao Squawk on the Street, Iger comentou sobre o assunto e reforçou a falha da empresa em se iludir pelo crescimento exponencial da plataforma:

Uma das coisas que aconteceu foi que ficamos intoxicados por nosso próprio crescimento em assinaturas… Dissemos de 60 a 90 milhões de assinantes em cinco anos… superamos isso em um ano e, de repente, todo mundo estava trabalhando com esse aumento meteórico e [acreditando] que continuaria. Nós nos apoiamos nisso porque parecia que era o métrica primária pela qual seríamos medidos

Além disso, as perdas no mercado asiático representa uma fatia significante nas receitas da The Walt Disney Company, já que mais de 3,8 milhões de pessoas cancelaram suas assinaturas na região, atendida pelo Disney+ Hotstar (Índia e Indonésia). O maior motivo para o declínio regional foi a perda dos direitos da Indian Premier League.

A notícia afeta não apenas os conteúdos disponíveis na plataforma, mas também a vida de mais de 7 mil funcionários que serão demitidos. Segundo Bob Iger, a empresa precisa economizar cerca de US$5,5 bilhões para que não sinta o peso em suas finanças.

LICENCIAMENTO DE SÉRIES E FILMES

Com o objetivo de combater a queda de assinantes e alavancar os lucros de seus serviços de streaming, a Disney decidiu licenciar alguns de seus títulos para o Prime Video, plataforma da Amazon, voltando a explorar o modelo tradicional de negócios de TV.

Recentemente, a Warner Bros. oficializou um contrato com a Netflix, licenciando algumas de suas produções para transmissão na plataforma concorrente. A abordagem da empresa havia sido avaliada pelo Cinebuzz como um ato potencial de transformação na indústria de plataformas de streaming, pois além de continuarem disponíveis em seu catálogo oficial, suas obras também entrariam para os serviços rivais gerando mais lucros e monetização de seu portfolio audiovisual.  

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