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"BBB21" gera emoções negativas em 86% dos brasileiros, diz pesquisa

Programa começou há apenas duas semanas, mas já tem feito estrago com as pessoas

Redação Publicado em 11/02/2021, às 16h00

Os participantes do "Big Brother Brasil 21", que teve início no dia 25 de janeiro - Divulgação/Globo
Os participantes do "Big Brother Brasil 21", que teve início no dia 25 de janeiro - Divulgação/Globo

Uma pesquisa independente, realizada pela empresa Hibou, revelou que, dos 52% de brasileiros que estão acompanhando a 21ª edição do "Big Brother Brasil", que teve início em 25 de janeiro, 86% sentiram emoções negativas nas duas primeiras semanas do reality show global. Cerca de duas mil pessoas responderam à pesquisa.

Para 87% dos participantes, as situações que têm acontecido na casa nessas duas semanas estão diretamente ligadas à cultura do cancelamento. 44% entendem que a tendência não é nova, mas o repúdio ao cancelamento, sim. Além disso, 55,1% acreditam que é preciso ouvir todos os lados da história antes de sair cancelando alguém e 54,7% dos brasileiros acham que o cancelamento pode se tornar uma arma nas mãos de pessoas mal intencionadas.

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A pesquisa também perguntou aos entrevistados o motivo de eles continuarem assistindo ao programa, mesma com os sentimentos negativos: para 51,4% o que chama mais atenção é a possibilidade de bisbilhotar o comportamento das pessoas, 49,4% gosta mesmo é dos conflitos por opiniões e atitudes distintas e 39,8% adora as provas de líder e anjo. Uma fatia de 25,3% relaxa assistindo ao BBB, 22,5% gosta mesmo é das festas, 19,9% assiste para ter assunto com os amigos, 19,6% simplesmente acompanha a rotina do dia a dia na casa e 8,5% fica de olho nos casais que se formam.

Além disso, 74,5% dos entrevistados que o cancelamento é similar ao bullying e, dentre alguns temas, escolheram aqueles que, de fato, merecem ser cancelados: 88,6% acredita que maus tratos a animais merecem cancelamento, 86,8% maus tratos a crianças, 86,1% estupro, 82,7%, maus tratos a idosos, 80,6%, violência doméstica, 78,1% assédio sexual, 75,5% racismo, 68,6% desvio de dinheiro público e 65,7% discriminação sexual.