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Marc Guggenheim, cocriador do Arrowverse, diz que seu trabalho nunca foi reconhecido

Um dos responsáveis pelo crossover em Crise nas Infinitas Terras nunca teve reconhecimento de Hollywood

FERNANDA AZEVEDO | @fenovello Publicado em 06/03/2023, às 19h25

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Marc Gugggenheim, cocriador do Arrowverse, diz que seu trabalho nunca foi reconhecido - Reprodução: CW
Marc Gugggenheim, cocriador do Arrowverse, diz que seu trabalho nunca foi reconhecido - Reprodução: CW

Marc Guggenheim, cocriador do Arrowverse, revelou nesta segunda-feira (6), por meio de sua página no Substack, que todo o seu trabalho nas adaptações da DC para o canal CW nunca lhe renderam grande reconhecimento em Hollywood. A informação é da Variety.

De acordo com Guggenheim, ele esperava que seu envolvimento no crossover de "Crise nas Infinitas Terras" iria lhe trazer algum tipo de reconhecimento, tendo gastado do próprio dinheiro e influência para ver o projeto ser tirado do papel.“Foi um projeto em que gastei cada grama de influência que acumulei no desenvolvimento de programas relacionados à DC Comics para a Warner Bros. durante um período de oito anos. Pedi todos os favores, usei cada ficha, queimei todas as pontes. Até gastei US$10 mil do meu próprio dinheiro”, escreveu.

O crossover que foi ao ar entre 2019 e 2000, foi bastante elogiado pela crítica e pelo público, mas segundo o produtor e roteirista seu telefone nunca tocou com novas oportunidades. Apesar disso, Guggenheim revela não ter se arrependido de ter realizado o projeto que segundo ele ficou marcado em seu psicológico.

Os fãs adoraram o que fizemos. Tiveram tweets, postagens, memes. Houve muita discussão. Fui - e continuo - profundamente grato por tudo isso. Trabalhando nessas séries, sempre nos lembramos que o oposto do amor não é o ódio, é a apatia e, não importa o que acontecesse, nunca houve apatia. Exceto por, bem, Hollywood”, revelou.

Ele também esclareceu que não faz parte da equipe roteiristas que os novos chefões da DC Studios, ames Gunn e Peter Safran, estão trabalhando para construir o novo DCU. “Não estou incluído nesse grupo”, escreveu

Não estou exatamente surpreso. Na verdade, presumi que eles reuniriam algum tipo de gabinete estratégico para ajudar a facilitar o que achei - esperava - que fosse uma visão tão ambiciosa quanto o Universo DC merece. Mas vou ser sincero: gostaria de ter conseguido pelo menos uma reunião. Não um trabalho, veja bem. Um encontro. Uma conversa. Um pequeno reconhecimento do que tentei contribuir para a grande tapeçaria que é a DC", finalizou.

É importante lembrar que o começo dessa nova fase da DC nos cinemas, também chamado de  "Capítulo 1: Deuses e Monstros", será iniciada em 2025 com o filme "Superman: Legacy". 


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