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Dia das mulheres: 5 filmes que falam sobre a força feminina

Igualdade de gênero e resistência das mulheres são representadas por meio de filmes de alto impacto

Manoella Bittencourt Publicado em 08/03/2023, às 08h00

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Assistir a filmes é uma boa forma de absorver conhecimento (Imagem: BlueSkyImage | ShutterStock)
Assistir a filmes é uma boa forma de absorver conhecimento (Imagem: BlueSkyImage | ShutterStock)

O “Dia Internacional da Mulher” representa a luta histórica das mulheres pela conquista de direitos igualitários. Todo ano, o 8 de março traz ainda mais à tona o debate sobre equidade de gênero. A data, reconhecida pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) em 1977, foi referenciada pela primeira vez em 1911, após operárias reivindicarem direitos trabalhistas devido às condições em que eram submetidas em uma fábrica de Nova York (EUA). O marco ganhou mais força em 1917, com a marcha Pão e Paz, organizada por mulheres na Rússia. 

Para conhecer mais sobre a história da data e se inteirar de representações de mulheres revolucionárias, é ideal consumir conteúdos diversos, dentre eles, os filmes. Assim, confira 5 produções baseadas em fatos para se aproximar do significado por trás da data!

1. As Sufragistas 

Três mulheres brancas vestindo roupas de época representando a luta das mulheres pelo direito de voto.
Mulheres lutaram pela conquista de voto em todo o mundo (Imagem: Reprodução Digital | IMDb)

Reunindo grandes nomes do cinema, como Meryl Streep, a atriz com maior número de Oscars, o filme de gênero drama-biográfico conta a história da luta sufragista. Ou seja, do direito de votar e ser votada. No longa, é evidenciado, principalmente, o movimento de mulheres britânicas. A protagonista, interpretada por Carey Mulligan, foi inspirada na vida da ativista Hannah Mitchell, uma socialista que lutava pelo direito do voto feminino de forma pacífica.

Onde assistir: Prime Video.

2. Mulher Rei

Na imagem, várias mulheres africanas com roupas e armas representando as Agojie, exército de mulheres.
A força das mulheres existe dentro e fora do contexto de guerra (Imagem: Reprodução Digital | Sony Pictures)

Protagonizado por Viola Davis, que interpreta a valente general Nanisca, o filme retrata a história de um exército africano composto exclusivamente por mulheres, as Agojie, em 1800. Com o intuito de proteger o reino em que viviam, elas se fortalecem para combater os inimigos e encontram força entre si para seguirem. O filme ainda é capaz de evidenciar a luta interseccionada entre gênero e raça.

Onde assistir: Apple TV+, Prime Video, Google Play Filmes e TV e Now.

3. Persépolis 

Em uma imagem animada, desenhada preta e branca, jovem iraniana com hijab segura o disco musical do grupo ABBA.
A animação evidencia a desigualdade dos direitos das mulheres europeias e iranianas (Imagem: Reprodução Digital | Universo HQ)

Baseado em uma animação francesa, o filme é uma introdução à luta das mulheres iranianas, que persiste até os dias atuais. A história acompanha a vida da autora Marjane Satrapi, nascida no Irã, que vivenciou a queda dos direitos das mulheres no país. Já na Áustria, ela descreve o contraste do estilo de vida e conquistas de gênero na Europa e em sua terra natal. 

Onde assistir: Google Play Filmes e TV e YouTube.

4. Nise: O Coração da Loucura

Na imagem, uma mulher apoia sobre a mão com semblante pensativo.
Filme conta a revolução psiquiátrica de médica brasileira (Imagem: Reprodução Digital | Netflix)

O longa nacional é estrelado por Glória Pires e conta a história revolucionária de uma psiquiatra que tratava os pacientes por meio da arte no século 20, contrapondo todos os métodos violentos, como o eletrochoque. Nise, nascida em Alagoas, é reconhecida internacionalmente pelas contribuições humanizadas dentro da medicina.

Onde assistir: Netflix.

5. Eternamente Pagu

Na imagem, representação de duas artistas do século 20 sentadas em uma tapeçaria bebendo chá. O local é rodeado de obras da Tarsila do Amaral.
Filme retrata a importância da escritora revolucionária (Imagem: Reprodução Digital | Warner Bros. Pictures)

Uma das grandes mulheres do movimento modernista brasileiro, Patrícia Rehder Galvão, conhecida como Pagu, foi escritora, jornalista, desenhista, poeta e, dentre vários outros atributos, foi rosto de um combate ao sistema conservador do século 20 no Brasil. Presa mais de vinte vezes pela atividade que exercia na época, contrária ao comportamento esperado das mulheres na sociedade brasileira, Pagu é símbolo de resistência feminina. 

Onde assistir: Prime Video e YouTube.

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